Nestes dias há forte bombardeios na mídia para liberar o uso de drogas (maconha) e práticas homossexuais. De um lado temos defensores para ambos os assuntos com suas teorias diversas, baseada na liberdade de expressão, do ser, entre outras, por outro lado temos na oposição, anos de cultura sendo bombardeados e muita gente sem saber na sua essência o que realmente tem por trás de suas tradições. Portanto estes dois grupos não se entendem, nem se amam, nem devem achar um porto em comum, pois suas emoções os controlam para o mal e nunca para o amor.
Para mim são dois grupos perdidos neste mar sem significado que para muitos se chama vida. Sim, mar sem significado, pois se significado tivesse para tais, antes buscariam uma consciência pacificada, dirigida pelo amor, mas ao contrário buscam significado na defesa de seus ideais.
Por mais que estejamos tampados para o mundo, não dá para deixarmos de perceber o quanto os homens tem se destruído com seus corações endurecidos, e usando a bandeira de uma falsa liberdade (entre outros equívocos), traçam planos que destroem a sua liberdade e a de seu próximo.
Liberar drogas??? Isso é liberdade??? Para quem??? Alguém já viu algum drogado melhor de saúde por tal prática??? Drogas não liberta ninguém, no máximo faz com que alguns fujam por alguns instantes de uma percepção dolorosa, mas ao tornar a si, voltará a sentir as mesmas dores.
Liberdade é muito mais que fumar maconha ou fazer sexo com alguém do mesmo sexo. A verdadeira liberdade só ocorrerá quando o ser puder ver-se com suas limitações, e busque em DEUS sentido para o que chamamos vida.
Espero que em breve essas tolices como drogas, homossexualismo, entre outras loucuras humanas, dêem lugar aos gritos do planeta que a cada dia aquece mais, consequentemente aumentando o número de famílias que são destruídas pelos acidentes climáticos causados pelas chuvas desmedidas ou calor excessivo.
Apesar de crer que tal consciência não chegará todos, espero que tais grupos ao qual chamo de “crianças da consciência”, se vejam e percebam o quanto gastam energia correndo atrás de vento, e assim retribuam o ar, o sol, o mar e a vida dada pelo Criador, valorizando tais presentes através do retorno em ações para criação, não por obrigação, mas por gratidão, devolvendo tal cuidado para quem o PAI muito ama, todos nós. Com esta nova consciência, o drogado tem tudo para deixar de ser escravo, assim como o homossexual viver uma vida pacificada, entendendo-se e percebendo que somos falhos, e será pela graça de DEUS que seremos chamados em amor, andando conforme o que o ESPIRITO SANTO nos fala. Só com esta nova consciência em DEUS, é que os homens terão condições de discutir qualquer assunto sobre vida e homens.
Um forte abraço, Nele que nos chamou para crescermos na estatura do Varão Perfeito, que foi Jesus o Cristo,
Ferdinando Cabral
19/06/2011
O pensar nos difere dos seres vivos, e é uma característica que demonstra a presença dos traços do PAI em nós, sem contar que nos aproxima daquele que nos criou, visto que em DEUS habita toda sabedoria. Desejo uma boa leitura e que você possa se aproximar pela via da descoberta destas palavras, daquele que nos ama infinitamente! Ferdinando Cabral
domingo, 19 de junho de 2011
sábado, 19 de junho de 2010
Misericórdia ou omissão divina
Quando era pequeno, muitas vezes ouvi falar que se fizéssemos algo errado, AQUELE que tudo via nos castigaria. Para muitos a coisa já acontecia on-line, errava hoje e os pagamentos por tais falhas vinham logo em seguida, era a tão falada “justiça divina”.
Escutei essa cantiga tanto na igreja evangélica, como na católica, onde na época me filiei por tradição, seguindo a religião de meus pais.
Não é incomum observarmos ao longo da história, que na maioria das religiões, os líderes para manter seu grupo coeso, pegam acontecimentos que nos fazem sofrer em nosso cotidiano, e os liga as faltas cometidas em relação as leis “religiosas”. Digo leis “religiosas”, pois muitas destas, pouco tem haver com o que realmente DEUS nos deixou como princípio ou lei.
São séculos de opressão psicológica e culpa atrás de culpa, todas com roupagens que impedem muitos de verem o males decorrentes desta linha equivocada, que se baseia na coesão por via do medo.
Não estou querendo dizer que DEUS está passivo aos males humanos, apenas friso que a justiça dele se processa de maneira diferente daquilo que os “religiosos” pensam.
Acredito que a Bíblia em seus conceitos (não na sua literalidade), é palavra revelada por DEUS, por isso é possível verificarmos na vida as suas verdades. Quando nos distanciamos daquilo que nos foi revelado como bom, nela, apenas nos sobram as maldições, e essas não são como os religiosos pregam (castigo imediato e contabilizado), mas como conseqüência de nossas atitudes desalinhadas com o projeto divino.
Quando DEUS nos dá como princípio “a resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. (Provérbios 15 : 1)”, se não atentarmos para seu conselho, podemos pagar (por vezes de imediato) um preço muito alto. Digo podemos, porque a grande maioria de nossos erros não traz uma punição divina imediata, nem muito menos a garantia de que vamos pagá-las na mesma proporção por eles, a sua graça já demonstra isso. Assim, nada de pensar que DEUS vai mandar um castigo sobre todos aqueles que venham a fazer mal a um de seus filhos, a história dos apóstolos comprova isso, pois há relatos de maus tratos e seus responsáveis ficam normalmente ilesos aos nossos olhos.
Isso não se dá porque DEUS é omisso, injusto, partidarista ou está desatento, mas sim pela misericórdia que se renova a cada manhã, e se assim não fosse, cairiam raios constantemente sobre cada um de nós nos consumindo, afinal todos erramos e não daria para usar dois pesos e duas medidas, para os “bons” e os “maus”, afinal quem são os maus??? Por isso não há espaço para julgarmos ninguém, visto que nesta vida todos somos indesculpáveis.
Quando entendemos as conseqüências da morte e ressurreição de Jesus, passamos a vislumbrar a dimensão do amor do PAI por nós, ficando latente a sua misericórdia, do contrário misericórdia vira omissão.
Embora seja mais fácil manter pessoas em uma mesma ideologia por meio do medo e da culpa, tal atitude não é correta, posto que Jesus fez e faz com que pessoas se sintam constrangidas em amor, e assim façam como Zaqueu, que buscou um novo caminhar.
Infelizmente a maioria das mensagens cristãs são realizadas por lideres despreparados e desconhecedores desta dimensão, ainda pregando o medo, a culpa e distantes estão da graça divina, por isso mensagens tão pobres e um povo tão desconhecedor de DEUS como um PAI.
Mensagens que não anunciam esta misericórdia, dificilmente terão identificação com o Cristo, e distante está de fazer o bem ao homem. Esta verdade não nos chama a libertinagem, mas sim a gratidão que nos move em amor a um novo caminhar, visto que DEUS é pai, e um dia usará de sua justiça, seja nesta vida ou na do por vir.
Um forte abraço a todos, Nele que nos chama a consciência de sua misericórdia com o fim de nos transformar,
Lembra-te, SENHOR, das tuas misericórdias e das tuas benignidades, porque são desde a eternidade. (Salmos 25 : 6)
Ferdinando
Recife/PE, 13 de junho de 2010
Escutei essa cantiga tanto na igreja evangélica, como na católica, onde na época me filiei por tradição, seguindo a religião de meus pais.
Não é incomum observarmos ao longo da história, que na maioria das religiões, os líderes para manter seu grupo coeso, pegam acontecimentos que nos fazem sofrer em nosso cotidiano, e os liga as faltas cometidas em relação as leis “religiosas”. Digo leis “religiosas”, pois muitas destas, pouco tem haver com o que realmente DEUS nos deixou como princípio ou lei.
São séculos de opressão psicológica e culpa atrás de culpa, todas com roupagens que impedem muitos de verem o males decorrentes desta linha equivocada, que se baseia na coesão por via do medo.
Não estou querendo dizer que DEUS está passivo aos males humanos, apenas friso que a justiça dele se processa de maneira diferente daquilo que os “religiosos” pensam.
Acredito que a Bíblia em seus conceitos (não na sua literalidade), é palavra revelada por DEUS, por isso é possível verificarmos na vida as suas verdades. Quando nos distanciamos daquilo que nos foi revelado como bom, nela, apenas nos sobram as maldições, e essas não são como os religiosos pregam (castigo imediato e contabilizado), mas como conseqüência de nossas atitudes desalinhadas com o projeto divino.
Quando DEUS nos dá como princípio “a resposta branda desvia o furor, mas a palavra dura suscita a ira. (Provérbios 15 : 1)”, se não atentarmos para seu conselho, podemos pagar (por vezes de imediato) um preço muito alto. Digo podemos, porque a grande maioria de nossos erros não traz uma punição divina imediata, nem muito menos a garantia de que vamos pagá-las na mesma proporção por eles, a sua graça já demonstra isso. Assim, nada de pensar que DEUS vai mandar um castigo sobre todos aqueles que venham a fazer mal a um de seus filhos, a história dos apóstolos comprova isso, pois há relatos de maus tratos e seus responsáveis ficam normalmente ilesos aos nossos olhos.
Isso não se dá porque DEUS é omisso, injusto, partidarista ou está desatento, mas sim pela misericórdia que se renova a cada manhã, e se assim não fosse, cairiam raios constantemente sobre cada um de nós nos consumindo, afinal todos erramos e não daria para usar dois pesos e duas medidas, para os “bons” e os “maus”, afinal quem são os maus??? Por isso não há espaço para julgarmos ninguém, visto que nesta vida todos somos indesculpáveis.
Quando entendemos as conseqüências da morte e ressurreição de Jesus, passamos a vislumbrar a dimensão do amor do PAI por nós, ficando latente a sua misericórdia, do contrário misericórdia vira omissão.
Embora seja mais fácil manter pessoas em uma mesma ideologia por meio do medo e da culpa, tal atitude não é correta, posto que Jesus fez e faz com que pessoas se sintam constrangidas em amor, e assim façam como Zaqueu, que buscou um novo caminhar.
Infelizmente a maioria das mensagens cristãs são realizadas por lideres despreparados e desconhecedores desta dimensão, ainda pregando o medo, a culpa e distantes estão da graça divina, por isso mensagens tão pobres e um povo tão desconhecedor de DEUS como um PAI.
Mensagens que não anunciam esta misericórdia, dificilmente terão identificação com o Cristo, e distante está de fazer o bem ao homem. Esta verdade não nos chama a libertinagem, mas sim a gratidão que nos move em amor a um novo caminhar, visto que DEUS é pai, e um dia usará de sua justiça, seja nesta vida ou na do por vir.
Um forte abraço a todos, Nele que nos chama a consciência de sua misericórdia com o fim de nos transformar,
Lembra-te, SENHOR, das tuas misericórdias e das tuas benignidades, porque são desde a eternidade. (Salmos 25 : 6)
Ferdinando
Recife/PE, 13 de junho de 2010
Qual a mensagem cristã????
Qual a mensagem cristã????
De forma geral, identifico que as religiões tem na essência de sua mensagem, um conjunto de regras com o fim de caracterizar aqueles que fazem parte de seu grupo e assim direcionando-os a seu deus. Infelizmente está difícil na atualidade diferenciar a mensagem “cristã” das demais religiões, não porque ela seja igual, mas sim pela corrupção e falta de discernimento em amor daqueles que a anuncia.
Não falo aqui do cristianismo, e sim da mensagem cristã, posto que o cristianismo é uma religião com seus dogmas, seus templos, suas tradições (igual as demais), já a mensagem do Cristo tem o fim de gerar consciência a partir da demonstração de amor do próprio DEUS na cruz do Calvário, visto a nossa impossibilidade de sermos perfeitos para conseguirmos a justificação e santificação.
É fato que existem muitas leis nas escrituras, mas estou certo que não são para criar mais uma religião e muito menos para salvar o homem, e sim para nos proteger de um mundo hostil e insalubre para alma, por isso muitas destas leis foram flexibilizadas pelo próprio DEUS nos curtos relatos BÍBLICOS.
Não é incomum vermos que os ditos “cristãos” na atualidade, não percebem o que falo acima, por isso o pouco impacto da mensagem do CRISTO na sociedade, afinal, estes fariseus modernos só sabem re-implantar regras sociais (usadas a 2000 anos atrás e normalmente desatualizadas para os tempos modernos) e usar as ESCRITURAS como livro de auto-ajuda respaldado pelo “divino”.
É por essas e por outras, que a mensagem de amor do CRISTO foi adaptada na atualidade de forma que quase ninguém sabe o que é a graça, e quando dela se tem conhecimento, utilizam desta verdade de maneira superficial, temendo a libertinagem que alguns possam vir a se expor, assim em nada se diferenciam das demais religiões.
Como em nada se diferenciam, em nada modifica os resultados obtidos, ai tais homens não conseguem a paz prometida pelo CRISTO, nem muito menos a saúde mental que deveriam, ao contrário, mais gente fingi ser o que não é, e assim, quanto mais “cristianizados”, mais doentes, como confirmam os psicólogos que atendem pacientes “cristãos”.
Tal “cristianismo” não é diferente das demais religiões, por isso adoece, pedra corações, e embota o homem para uma consciência em amor.
Não se iluda, toda mensagem que aprisiona o ser e impede o crescimento de uma consciência em amor, em nada se identifica com que o CRISTO falou, tratando-se apenas de mais uma forma do homem buscar transcender pela vida da sua religiosidade.
Quanto a mensagem que liberta e faz do homem alguém melhor, está em Jo.3.16 desde que seja entendida na sua plenitude, afinal está dito:
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3 : 16)
Portanto muita atenção ao que tem sido pregado, visto que é nocivo para alma, embora venha com roupagem bonita.
Abraços, Nele que nos ama incondicionalmente e que veio para nos trazer vida em abundancia,
Ferdinando Cabral
7/05/2010
De forma geral, identifico que as religiões tem na essência de sua mensagem, um conjunto de regras com o fim de caracterizar aqueles que fazem parte de seu grupo e assim direcionando-os a seu deus. Infelizmente está difícil na atualidade diferenciar a mensagem “cristã” das demais religiões, não porque ela seja igual, mas sim pela corrupção e falta de discernimento em amor daqueles que a anuncia.
Não falo aqui do cristianismo, e sim da mensagem cristã, posto que o cristianismo é uma religião com seus dogmas, seus templos, suas tradições (igual as demais), já a mensagem do Cristo tem o fim de gerar consciência a partir da demonstração de amor do próprio DEUS na cruz do Calvário, visto a nossa impossibilidade de sermos perfeitos para conseguirmos a justificação e santificação.
É fato que existem muitas leis nas escrituras, mas estou certo que não são para criar mais uma religião e muito menos para salvar o homem, e sim para nos proteger de um mundo hostil e insalubre para alma, por isso muitas destas leis foram flexibilizadas pelo próprio DEUS nos curtos relatos BÍBLICOS.
Não é incomum vermos que os ditos “cristãos” na atualidade, não percebem o que falo acima, por isso o pouco impacto da mensagem do CRISTO na sociedade, afinal, estes fariseus modernos só sabem re-implantar regras sociais (usadas a 2000 anos atrás e normalmente desatualizadas para os tempos modernos) e usar as ESCRITURAS como livro de auto-ajuda respaldado pelo “divino”.
É por essas e por outras, que a mensagem de amor do CRISTO foi adaptada na atualidade de forma que quase ninguém sabe o que é a graça, e quando dela se tem conhecimento, utilizam desta verdade de maneira superficial, temendo a libertinagem que alguns possam vir a se expor, assim em nada se diferenciam das demais religiões.
Como em nada se diferenciam, em nada modifica os resultados obtidos, ai tais homens não conseguem a paz prometida pelo CRISTO, nem muito menos a saúde mental que deveriam, ao contrário, mais gente fingi ser o que não é, e assim, quanto mais “cristianizados”, mais doentes, como confirmam os psicólogos que atendem pacientes “cristãos”.
Tal “cristianismo” não é diferente das demais religiões, por isso adoece, pedra corações, e embota o homem para uma consciência em amor.
Não se iluda, toda mensagem que aprisiona o ser e impede o crescimento de uma consciência em amor, em nada se identifica com que o CRISTO falou, tratando-se apenas de mais uma forma do homem buscar transcender pela vida da sua religiosidade.
Quanto a mensagem que liberta e faz do homem alguém melhor, está em Jo.3.16 desde que seja entendida na sua plenitude, afinal está dito:
Porque Deus amou o mundo de tal maneira que deu o seu Filho unigênito, para que todo aquele que nele crê não pereça, mas tenha a vida eterna. (João 3 : 16)
Portanto muita atenção ao que tem sido pregado, visto que é nocivo para alma, embora venha com roupagem bonita.
Abraços, Nele que nos ama incondicionalmente e que veio para nos trazer vida em abundancia,
Ferdinando Cabral
7/05/2010
domingo, 23 de agosto de 2009
Casamento, o que é isto???
E disse Adão: Esta é agora osso dos meus ossos, e carne da minha carne; esta será chamada mulher, porquanto do homem foi tomada. (Gênesis 2 : 23)
A cada dia que passa, tenho entendido que o conceito de casamento como combinação harmoniosa de duas ou mais coisas está se perdendo, por isso tanta irrelevância com estas uniões. Adão realmente entendeu o que seria casar, pois reconheceu que a mulher não era uma intrusa que faz-se necessário ao homem, mas carne de sua carne e ossos dos seus ossos. A queda humana atingiu em cheio este ato, pois ao longo dos anos, o casamento tem se dado por diversos motivos, como interesses econômicos, religiosos e culturais, e quase nunca por amor.
Um dos primeiros casamentos descritos na Bíblia, foi o de Isaque, no texto a seguir podemos ver a simplicidade que se deu;
E Isaque trouxe-a para a tenda de sua mãe Sara, e tomou a Rebeca, e foi-lhe por mulher, e amou-a. Assim Isaque foi consolado depois da morte de sua mãe. (Gênesis 24 : 67)
Belo não é??? Um homem encontra uma mulher, e ambos unem-se como um par de engrenagens, que apesar de não perder suas identidades, formam um sistema que alimenta um todo, e o côncavo vai se encaixando no convexo, um apoiando o outro. Hoje esta visão está tão desgastada, que tem-se harmonizado conceitos em que desavenças são normais e o ideal da perfeição relacional, viabilizada pela capacidade humana de racionalmente conviver em paz, foi descartado.
Ao longo dos anos, com as mudanças sócio-culturais, o casamento foi ganhando ritos religiosos, alterando as idades que os noivos decidiam casar-se ( nos dias de Jesus muitos casavam aos 13 anos) e consequentemente suas motivações interiores, mas infelizmente muitas destas não vieram para melhor. Quanto ao rito religioso, cada dia está ficando mais vazio, casais fazem promessas sem nenhum compromisso e o rito passou a ser o fim, ao invés da busca de uma união pelos princípios divinos. Quando falo de princípios divinos, não quero falar de leis religiosas, até porque são bem diferentes. Divino é amar, respeitar-se, entender as limitações, dar suporte, e conviver com a certeza que o todo não funciona bem se parte do sistema vai mal, religioso é seguir uma regra por norma social, sem nem se questionar de sua origem e motivações. Não tenho nada contra os ritos (religiosos), até porque fazem parte de uma cultura e o próprio Jesus nas bodas de Caná, demonstrou que não são eles o mal, e sim quando deles fazemos um fim e não um meio para reforçar a importância de DEUS em cada relação. Deixo claro que para mim o casamento de Cana (Jo.2.1) não foi mais válido que o de Isaque, em ambos o ONIPRESENTE estava presente.
Como falei anteriormente, na cultura judaica jovens casavam-se com 13 anos de idade, algo ilógico para nosso contexto de vida, pois pelas condições econômicas, no Brasil está sendo elevada esta idade (para casar). É muito comum neste país, antes de casar os noivos primeiro buscarem estabilidade financeira, mas como poucos podem adquiri-la com menos de 25 anos de idade, vai se adiando o casamento, para que tal ritual não vire carga (algum responsável banque os festejos).
Percebo que alguns jovens vivenciando tal condição sócio-econômica, viram uns “bebezões” na casa dos pais, levam uma vida sexual semelhante a de quem é casado, já que são tolerados avanços de intimidades com seu parceiro, e ambos terminam por não mais direcionar tal relacionamento para um compromisso mais sério (se acomodam). Isso para não falar que vão ficando uns com os outros só pelo prazer, impulsionados pela natural necessidade entre seres de uma mesma espécie de relacionar-se, não sendo criado laços de compromisso mais fortes ou condição para o amadurecimento humano no campo relacional. O problema é que tais jovens chegam ao momento em que consegue suprir a lacuna da estabilidade financeira, mas termina por manter tal “união” sem compromisso, afinal para que aumentar a responsabilidade com o outro se podem apenas curtir a vida? Neste ponto, casar-se vira carga, e a cultura da individualidade reina, ficando mais interessante ser um eterno Peter Pan. Fica a questão, em que princípios estão sendo alicerçadas essas uniões???
Relacionamentos fazem parte do plano divino, posto que amadurecem as pessoas, mas qual destes Peter Pan´s quer sofrer com o outro, dividir as responsabilidades, ser honesto (não traindo), se expor ou expor seus sonhos? Certamente está cada dia mais difícil nesta versão moderna de seres humanos, de encontraremos homens e mulheres maduros (de fibra), pois não desejam para si tais incumbências, já que a liberdade de viver só para satisfazer-se, parece a melhor posição em determinados momentos da vida.
Casamento não são dois que se fazem um, já que não foi concebido para anular ninguém, mas dois que mantém-se dois, porém sincronizados como um só, exatamente como uma só carne.
Minha intenção é que a simples reflexão das palavras acima, seja instrumento gerador de consciência em todos aqueles que desejam se relacionar com seriedade, não sendo iludidos pelas promessas enganosas dos Peter Pan´s, e assim evitando futuras frustrações. Que a essência do conceito de casamento seja retomado, e a alegria de ser suporte e suportado por alguém, brilhe na vida de quem quer se relacionar com responsabilidade.
Nele que fez a mulher para complementar o homem (e vice-versa),
Ferdinando Cabral
19/07/2009
A cada dia que passa, tenho entendido que o conceito de casamento como combinação harmoniosa de duas ou mais coisas está se perdendo, por isso tanta irrelevância com estas uniões. Adão realmente entendeu o que seria casar, pois reconheceu que a mulher não era uma intrusa que faz-se necessário ao homem, mas carne de sua carne e ossos dos seus ossos. A queda humana atingiu em cheio este ato, pois ao longo dos anos, o casamento tem se dado por diversos motivos, como interesses econômicos, religiosos e culturais, e quase nunca por amor.
Um dos primeiros casamentos descritos na Bíblia, foi o de Isaque, no texto a seguir podemos ver a simplicidade que se deu;
E Isaque trouxe-a para a tenda de sua mãe Sara, e tomou a Rebeca, e foi-lhe por mulher, e amou-a. Assim Isaque foi consolado depois da morte de sua mãe. (Gênesis 24 : 67)
Belo não é??? Um homem encontra uma mulher, e ambos unem-se como um par de engrenagens, que apesar de não perder suas identidades, formam um sistema que alimenta um todo, e o côncavo vai se encaixando no convexo, um apoiando o outro. Hoje esta visão está tão desgastada, que tem-se harmonizado conceitos em que desavenças são normais e o ideal da perfeição relacional, viabilizada pela capacidade humana de racionalmente conviver em paz, foi descartado.
Ao longo dos anos, com as mudanças sócio-culturais, o casamento foi ganhando ritos religiosos, alterando as idades que os noivos decidiam casar-se ( nos dias de Jesus muitos casavam aos 13 anos) e consequentemente suas motivações interiores, mas infelizmente muitas destas não vieram para melhor. Quanto ao rito religioso, cada dia está ficando mais vazio, casais fazem promessas sem nenhum compromisso e o rito passou a ser o fim, ao invés da busca de uma união pelos princípios divinos. Quando falo de princípios divinos, não quero falar de leis religiosas, até porque são bem diferentes. Divino é amar, respeitar-se, entender as limitações, dar suporte, e conviver com a certeza que o todo não funciona bem se parte do sistema vai mal, religioso é seguir uma regra por norma social, sem nem se questionar de sua origem e motivações. Não tenho nada contra os ritos (religiosos), até porque fazem parte de uma cultura e o próprio Jesus nas bodas de Caná, demonstrou que não são eles o mal, e sim quando deles fazemos um fim e não um meio para reforçar a importância de DEUS em cada relação. Deixo claro que para mim o casamento de Cana (Jo.2.1) não foi mais válido que o de Isaque, em ambos o ONIPRESENTE estava presente.
Como falei anteriormente, na cultura judaica jovens casavam-se com 13 anos de idade, algo ilógico para nosso contexto de vida, pois pelas condições econômicas, no Brasil está sendo elevada esta idade (para casar). É muito comum neste país, antes de casar os noivos primeiro buscarem estabilidade financeira, mas como poucos podem adquiri-la com menos de 25 anos de idade, vai se adiando o casamento, para que tal ritual não vire carga (algum responsável banque os festejos).
Percebo que alguns jovens vivenciando tal condição sócio-econômica, viram uns “bebezões” na casa dos pais, levam uma vida sexual semelhante a de quem é casado, já que são tolerados avanços de intimidades com seu parceiro, e ambos terminam por não mais direcionar tal relacionamento para um compromisso mais sério (se acomodam). Isso para não falar que vão ficando uns com os outros só pelo prazer, impulsionados pela natural necessidade entre seres de uma mesma espécie de relacionar-se, não sendo criado laços de compromisso mais fortes ou condição para o amadurecimento humano no campo relacional. O problema é que tais jovens chegam ao momento em que consegue suprir a lacuna da estabilidade financeira, mas termina por manter tal “união” sem compromisso, afinal para que aumentar a responsabilidade com o outro se podem apenas curtir a vida? Neste ponto, casar-se vira carga, e a cultura da individualidade reina, ficando mais interessante ser um eterno Peter Pan. Fica a questão, em que princípios estão sendo alicerçadas essas uniões???
Relacionamentos fazem parte do plano divino, posto que amadurecem as pessoas, mas qual destes Peter Pan´s quer sofrer com o outro, dividir as responsabilidades, ser honesto (não traindo), se expor ou expor seus sonhos? Certamente está cada dia mais difícil nesta versão moderna de seres humanos, de encontraremos homens e mulheres maduros (de fibra), pois não desejam para si tais incumbências, já que a liberdade de viver só para satisfazer-se, parece a melhor posição em determinados momentos da vida.
Casamento não são dois que se fazem um, já que não foi concebido para anular ninguém, mas dois que mantém-se dois, porém sincronizados como um só, exatamente como uma só carne.
Minha intenção é que a simples reflexão das palavras acima, seja instrumento gerador de consciência em todos aqueles que desejam se relacionar com seriedade, não sendo iludidos pelas promessas enganosas dos Peter Pan´s, e assim evitando futuras frustrações. Que a essência do conceito de casamento seja retomado, e a alegria de ser suporte e suportado por alguém, brilhe na vida de quem quer se relacionar com responsabilidade.
Nele que fez a mulher para complementar o homem (e vice-versa),
Ferdinando Cabral
19/07/2009
quarta-feira, 11 de fevereiro de 2009
Será mesmo que você é substituível?
O autor do texto abaixo é desconhecido, porém teve muita sabedoria. Boa leitura!!!
Será mesmo que você é substituível?
Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
Derepente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
-Alguma pergunta?
-Tenho sim. E Beethoven?
-Como? - o encara o gestor confuso.
-O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio.
Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para pôr no lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico (até hoje o Flamengo está órfão de um Zico)?
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram
seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'gaps'.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por teras pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola,
Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'; ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:
"Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias...e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível"
Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!
"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso”.
“O que eu faço é uma gota no meio de um oceano, mas sem ela o oceano será menor."
Será mesmo que você é substituível?
Na sala de reunião de uma multinacional o diretor nervoso fala com sua equipe de gestores.
Agita as mãos, mostra gráficos e, olhando nos olhos de cada um ameaça: "ninguém é insubstituível".
A frase parece ecoar nas paredes da sala de reunião em meio ao silêncio.
Os gestores se entreolham, alguns abaixam a cabeça. Ninguém ousa falar nada.
Derepente um braço se levanta e o diretor se prepara para triturar o atrevido:
-Alguma pergunta?
-Tenho sim. E Beethoven?
-Como? - o encara o gestor confuso.
-O senhor disse que ninguém é insubstituível e quem substituiu Beethoven?
Silêncio.
Ouvi essa estória esses dias contada por um profissional que conheço e achei muito pertinente falar sobre isso.
Afinal as empresas falam em descobrir talentos, reter talentos, mas, no fundo continuam achando que os profissionais são peças dentro da organização e que, quando sai um, é só encontrar outro para pôr no lugar.
Quem substituiu Beethoven? Tom Jobim? Ayrton Senna? Ghandi? Frank Sinatra? Garrincha? Santos Dumont? Monteiro Lobato? Elvis Presley? Os Beatles? Jorge Amado? Pelé? Paul Newman? Tiger Woods? Albert Einstein? Picasso? Zico (até hoje o Flamengo está órfão de um Zico)?
Todos esses talentos marcaram a história fazendo o que gostam e o que sabem fazer bem, ou seja, fizeram
seu talento brilhar. E, portanto, são sim insubstituíveis.
Cada ser humano tem sua contribuição a dar e seu talento direcionado para alguma coisa. Está na hora dos líderes das organizações reverem seus conceitos e começarem a pensar em como desenvolver o talento da sua equipe focando no brilho de seus pontos fortes e não utilizando energia em reparar seus 'gaps'.
Ninguém lembra e nem quer saber se Beethoven era surdo, se Picasso era instável, Caymmi preguiçoso, Kennedy egocêntrico, Elvis paranóico...
O que queremos é sentir o prazer produzido pelas sinfonias, obras de arte, discursos memoráveis e melodias inesquecíveis, resultado de seus talentos.
Cabe aos líderes de sua organização mudar o olhar sobre a equipe e voltar seus esforços em descobrir os pontos fortes de cada membro. Fazer brilhar o talento de cada um em prol do sucesso de seu projeto.
Se seu gerente/coordenador, ainda está focado em 'melhorar as fraquezas' de sua equipe corre o risco de ser aquele tipo de líder que barraria Garrincha por teras pernas tortas, Albert Einstein por ter notas baixas na escola,
Beethoven por ser surdo. E na gestão dele o mundo teria perdido todos esses talentos.
Nunca me esqueço de quando o Zacarias dos Trapalhões 'foi pra outras moradas'; ao iniciar o programa seguinte, o Dedé entrou em cena e falou mais ou menos assim:
"Estamos todos muito tristes com a 'partida' de nosso irmão Zacarias...e hoje, para substituí-lo, chamamos:.. Ninguém... pois nosso Zaca é insubstituível"
Portanto nunca esqueça: Você é um talento único... com toda certeza ninguém te substituirá!
"Sou um só, mas ainda assim sou um. Não posso fazer tudo, mas posso fazer alguma coisa. Por não poder fazer tudo, não me recusarei a fazer o pouco que posso”.
“O que eu faço é uma gota no meio de um oceano, mas sem ela o oceano será menor."
quarta-feira, 21 de janeiro de 2009
Acerca do inferno e o julgamento divino
Acerca do inferno e o julgamento divino
E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. (Apocalipse 20 : 14)
Em um mundo com ideologias hedonistas, o inferno torna-se local de injustiça, incoerência e intolerância divina. Além de que grandes problemas surgem quando o olhamos a partir da visão que nos foi dada, em que Deus julgará o mundo conforme a visão da “igreja”. Segue algumas das afirmações levantadas quando olhamos o inferno com a perspectiva religiosa:
• Deus só aceitará no céu aqueles que são de um determinado grupo religioso.
• Deus no seu julgamento não computará o contexto de vida de cada um.
• Para que DEUS tenha um julgamento justo, todo mundo tem que ter a mesma vida (social, econômica, cultural, etc).
• A misericórdia de DEUS é limitada para aqueles que não fizerem sua vontade a risca.
• Deus não aceita diferenças culturais, assim como as limitações pessoais.
• O inferno é injusto, pois não dá chances suficientes ao sujeito de arrepender-se.
• Além do mais como ficarão os parentes, amigos etc, que vão para o inferno??? Imagina o cristão no céu, vendo seus parentes no “lago de enxofre”????
• Tem-se também a visão que o inferno é eterno.
• ETC, ETC, ETC...
Poderia citar inúmeras afirmações com mais o dobro de argumentos explicando os erros de cada uma, embora nada mude em qualquer leitor que não entende a graça divina.
Mas de forma geral, independente da religião do sujeito, há a crença que todas as más ações geram conseqüências, daí há a necessidade do sujeito pagar por elas. Além de que a vida atual se projeta para a do por vir. Assim, podemos ver que no inconsciente das pessoas, está claro que haverá um prestar de contas, independente de sua crença, até ai nenhum impasse para o inferno.
O problema fica por conta dos critérios “a serem utilizados por Deus” em relação ao tratamento dado aos julgados. Ai é que são elas, pois como os deuses tem normalmente a dimensão das mentes dos homens, tais homens idealizadores de deus discordam das revelações Bíblicas, e criam um novo tipo de julgamento que caiba no seu modelo para um deus misericordioso. Este é um esforço bobo e cercado de ilusões!!!! Pena que muitos ainda não aprenderam que nem DEUS, nem a vida vai mudar por que pensamos diferente do que já nos foi revelado. Tais homens todo tempo tentam adequar o seu deusinho a sua razão (diante das circunstâncias da vida), é o que podemos chamar de “organização de idéias para o engano”.
Mas talvez você esteja se perguntando o que creio sobre o inferno e acerca do julgamento divino????
• Creio que um DEUS de justiça e de amor não criou o inferno para eternidade (o texto acima já nos induz a isso), embora ainda nesta vida podemos experimentar alguns momentos infernais.
• Acredito também que AQUELE que conhece a cada um de nós, muito mais que nós mesmos nos conhecemos, não cometerá injustiças ao nos julgar. Se um dia tivermos de sermos melhores, ELE computará esta verdade na hora de nos julgar, não vamos dar um susto NELE.
• Embora não deseje morte a ninguém, ela é uma das formas que DEUS utiliza para tornar o planeta habitável, pois se Nero, Calígula, Hitler, e companhia limitada, tivessem vida eterna, talvez não existisse mais planeta. Além de que a terra não teria como sustentar tanta gente sem a morte.
• Não acredito que todas as pessoas mudarão. A mudança não é uma questão de tempo, nem muito menos de sofrimento, pois se fosse assim todo velho, ou ex-doente, seriam bons. Além do mais, tem gente que nunca mudará, trata-se de livre arbítrio.Tenho uma filha que muito a amo, mas se um dia ela decidir tomar rumos diferentes por maus caminhos, sentirei muita tristeza, farei o possível para resgata-la, mas se mesmo assim ela não quiser mudar, terei que permitir seu caminho, isso é livre arbítrio. Vejo que DEUS age assim.
• Estou certo que muitos das mais diversas religiões estarão no céu e um outro tanto de gente que o mundo vê como boas, serão chamados ao inferno e posteriormente a inexistência, só DEUS sabe.
• No céu teremos muitos que conheceram Jesus no coração, sem que nunca tenha entrado em uma igreja, só DEUS saberá quem são estes seus filhos.
• Creio no inferno como um local de justiça e não como um local em que DEUS exerce seu poder para demonstrar poder.
• Além do mais estou certo que a coisa mais injusta desta vida, é tratar todo mundo igual, somos diferentes (e únicos), assim DEUS não precisa para nos conhecer fazer com que cada um de nós passemos pelas mesmas situações de vida. Isso sim seria injusto!!!!
• Deus não pode ficar a todo tempo imparcial a tantas maldades na terra, esse é o fim do juízo final, JUSTIÇA!!!
• Na vida por vir, novos pensamento estarão nas mentes, e não haverá lágrimas, nem sofrimento, mas só DEUS saberá como fazer isso (ainda não nos foi revelado).
A idéia de inferno, julgamento, não me atormenta, até anseio pelo julgamento, digo isso não porque sou um ser perfeito (tenho muitas imperfeições), mas porque creio que o amor de DEUS me buscará, posto que nem morte, nem vida, nem coisas do presente, nem do porvir, pode me separar do SEU amor em Jesus, o Cristo.
Meu conselho para você??? Confie, ande em gratidão por causa deste amor, pois ELE é fiel!!!!
Um forte abraço, Nele que toda sua justiça é antes de tudo um ato de amor e nunca de terror,
Ferdinando
19/01/2009
http://ferdinandocabral.blogspot.com/
E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. (Apocalipse 20 : 14)
Em um mundo com ideologias hedonistas, o inferno torna-se local de injustiça, incoerência e intolerância divina. Além de que grandes problemas surgem quando o olhamos a partir da visão que nos foi dada, em que Deus julgará o mundo conforme a visão da “igreja”. Segue algumas das afirmações levantadas quando olhamos o inferno com a perspectiva religiosa:
• Deus só aceitará no céu aqueles que são de um determinado grupo religioso.
• Deus no seu julgamento não computará o contexto de vida de cada um.
• Para que DEUS tenha um julgamento justo, todo mundo tem que ter a mesma vida (social, econômica, cultural, etc).
• A misericórdia de DEUS é limitada para aqueles que não fizerem sua vontade a risca.
• Deus não aceita diferenças culturais, assim como as limitações pessoais.
• O inferno é injusto, pois não dá chances suficientes ao sujeito de arrepender-se.
• Além do mais como ficarão os parentes, amigos etc, que vão para o inferno??? Imagina o cristão no céu, vendo seus parentes no “lago de enxofre”????
• Tem-se também a visão que o inferno é eterno.
• ETC, ETC, ETC...
Poderia citar inúmeras afirmações com mais o dobro de argumentos explicando os erros de cada uma, embora nada mude em qualquer leitor que não entende a graça divina.
Mas de forma geral, independente da religião do sujeito, há a crença que todas as más ações geram conseqüências, daí há a necessidade do sujeito pagar por elas. Além de que a vida atual se projeta para a do por vir. Assim, podemos ver que no inconsciente das pessoas, está claro que haverá um prestar de contas, independente de sua crença, até ai nenhum impasse para o inferno.
O problema fica por conta dos critérios “a serem utilizados por Deus” em relação ao tratamento dado aos julgados. Ai é que são elas, pois como os deuses tem normalmente a dimensão das mentes dos homens, tais homens idealizadores de deus discordam das revelações Bíblicas, e criam um novo tipo de julgamento que caiba no seu modelo para um deus misericordioso. Este é um esforço bobo e cercado de ilusões!!!! Pena que muitos ainda não aprenderam que nem DEUS, nem a vida vai mudar por que pensamos diferente do que já nos foi revelado. Tais homens todo tempo tentam adequar o seu deusinho a sua razão (diante das circunstâncias da vida), é o que podemos chamar de “organização de idéias para o engano”.
Mas talvez você esteja se perguntando o que creio sobre o inferno e acerca do julgamento divino????
• Creio que um DEUS de justiça e de amor não criou o inferno para eternidade (o texto acima já nos induz a isso), embora ainda nesta vida podemos experimentar alguns momentos infernais.
• Acredito também que AQUELE que conhece a cada um de nós, muito mais que nós mesmos nos conhecemos, não cometerá injustiças ao nos julgar. Se um dia tivermos de sermos melhores, ELE computará esta verdade na hora de nos julgar, não vamos dar um susto NELE.
• Embora não deseje morte a ninguém, ela é uma das formas que DEUS utiliza para tornar o planeta habitável, pois se Nero, Calígula, Hitler, e companhia limitada, tivessem vida eterna, talvez não existisse mais planeta. Além de que a terra não teria como sustentar tanta gente sem a morte.
• Não acredito que todas as pessoas mudarão. A mudança não é uma questão de tempo, nem muito menos de sofrimento, pois se fosse assim todo velho, ou ex-doente, seriam bons. Além do mais, tem gente que nunca mudará, trata-se de livre arbítrio.Tenho uma filha que muito a amo, mas se um dia ela decidir tomar rumos diferentes por maus caminhos, sentirei muita tristeza, farei o possível para resgata-la, mas se mesmo assim ela não quiser mudar, terei que permitir seu caminho, isso é livre arbítrio. Vejo que DEUS age assim.
• Estou certo que muitos das mais diversas religiões estarão no céu e um outro tanto de gente que o mundo vê como boas, serão chamados ao inferno e posteriormente a inexistência, só DEUS sabe.
• No céu teremos muitos que conheceram Jesus no coração, sem que nunca tenha entrado em uma igreja, só DEUS saberá quem são estes seus filhos.
• Creio no inferno como um local de justiça e não como um local em que DEUS exerce seu poder para demonstrar poder.
• Além do mais estou certo que a coisa mais injusta desta vida, é tratar todo mundo igual, somos diferentes (e únicos), assim DEUS não precisa para nos conhecer fazer com que cada um de nós passemos pelas mesmas situações de vida. Isso sim seria injusto!!!!
• Deus não pode ficar a todo tempo imparcial a tantas maldades na terra, esse é o fim do juízo final, JUSTIÇA!!!
• Na vida por vir, novos pensamento estarão nas mentes, e não haverá lágrimas, nem sofrimento, mas só DEUS saberá como fazer isso (ainda não nos foi revelado).
A idéia de inferno, julgamento, não me atormenta, até anseio pelo julgamento, digo isso não porque sou um ser perfeito (tenho muitas imperfeições), mas porque creio que o amor de DEUS me buscará, posto que nem morte, nem vida, nem coisas do presente, nem do porvir, pode me separar do SEU amor em Jesus, o Cristo.
Meu conselho para você??? Confie, ande em gratidão por causa deste amor, pois ELE é fiel!!!!
Um forte abraço, Nele que toda sua justiça é antes de tudo um ato de amor e nunca de terror,
Ferdinando
19/01/2009
http://ferdinandocabral.blogspot.com/
A vida como ela é
A vida como ela é
Estava pensando nos comentários de alguns religiosos sobre a contabilidade divina em relação aos pecados humanos, já que não é incomum vermos gente imaginar que a justiça de Deus vem praticamente de imediato sobre qualquer atitude humana em divergência com as leis do criador.
Fico feliz de DEUS não agir assim, num toma lá dá cá, do contrário seriam fulminados muitos homens a cada segundo, aliás, se tal principio vigorasse, não existiriam homens na face da terra, posto que seríamos todos liquidados.
Impressiona-me ver como tem gente que cai no discurso da maioria das religiões em que se prega esta tolice (do toma lá da cá), e para tal aproveita os sofrimentos utilizando como resposta divina aos nossos pecados de ontem. Felizmente no cotidiano vemos que este discurso não se aplica, “pelo menos aos que estão fora de uma religião”, já que eles também muito erram, mas pouco são castigados como está descrito nos Salmos em tom de pedido de socorro a DEUS. Além do mais, a vida nos mostra que há ampla distribuição de bênçãos sobre toda criação, mesmo para aqueles que não põem um pé em um templo ou professam uma religião.
Pois bem, é caminhando que constatamos que a vida assemelha-se a dentes de serrote, horas estamos no alto, horas por baixo. Portanto crendo ou não em DEUS, teremos oscilações, o que diferencia um teísta de um ateu nestes momentos turbulentos, é que o primeiro passará pelo momento de baixa com esperanças e o segundo nem sempre há terá, afinal sabe que a vida é dura e não tem (no caso percebe) quem o ajude quando está no vale. Na verdade os dois são suportados por DEUS, mas só um terá consciência disso (consequentemente terá paz no hoje), mas depende da religiosidade do sujeito, posto que ele pode angustiar-se ainda mais com as dificuldades, pensando que DEUS está o castigando.
Quem quiser ver a vida como ela é, não esqueça que as misericórdias do SENHOR vem sobre todos, e o grande diferencial de quem anda com DEUS é que diante da tempestade ou bonança, sempre descansa no PAI.
Espero que cresça em seu coração gratidão e consciência ao constatar o tremendo amor DELE por nós, pois se tal percepção não ocorrer, DEUS estará jogando bênçãos e você colhendo menos que a dizima do efeito delas para si.
O CORDEIRO já foi imolado para nós, cabe aceitarmos a dimensão desta benção ou não.
Nele que nos ama incondicionalmente,
Ferdinando Cabral
16/11/08
http://ferdinandocabral.blogspot.com/
Estava pensando nos comentários de alguns religiosos sobre a contabilidade divina em relação aos pecados humanos, já que não é incomum vermos gente imaginar que a justiça de Deus vem praticamente de imediato sobre qualquer atitude humana em divergência com as leis do criador.
Fico feliz de DEUS não agir assim, num toma lá dá cá, do contrário seriam fulminados muitos homens a cada segundo, aliás, se tal principio vigorasse, não existiriam homens na face da terra, posto que seríamos todos liquidados.
Impressiona-me ver como tem gente que cai no discurso da maioria das religiões em que se prega esta tolice (do toma lá da cá), e para tal aproveita os sofrimentos utilizando como resposta divina aos nossos pecados de ontem. Felizmente no cotidiano vemos que este discurso não se aplica, “pelo menos aos que estão fora de uma religião”, já que eles também muito erram, mas pouco são castigados como está descrito nos Salmos em tom de pedido de socorro a DEUS. Além do mais, a vida nos mostra que há ampla distribuição de bênçãos sobre toda criação, mesmo para aqueles que não põem um pé em um templo ou professam uma religião.
Pois bem, é caminhando que constatamos que a vida assemelha-se a dentes de serrote, horas estamos no alto, horas por baixo. Portanto crendo ou não em DEUS, teremos oscilações, o que diferencia um teísta de um ateu nestes momentos turbulentos, é que o primeiro passará pelo momento de baixa com esperanças e o segundo nem sempre há terá, afinal sabe que a vida é dura e não tem (no caso percebe) quem o ajude quando está no vale. Na verdade os dois são suportados por DEUS, mas só um terá consciência disso (consequentemente terá paz no hoje), mas depende da religiosidade do sujeito, posto que ele pode angustiar-se ainda mais com as dificuldades, pensando que DEUS está o castigando.
Quem quiser ver a vida como ela é, não esqueça que as misericórdias do SENHOR vem sobre todos, e o grande diferencial de quem anda com DEUS é que diante da tempestade ou bonança, sempre descansa no PAI.
Espero que cresça em seu coração gratidão e consciência ao constatar o tremendo amor DELE por nós, pois se tal percepção não ocorrer, DEUS estará jogando bênçãos e você colhendo menos que a dizima do efeito delas para si.
O CORDEIRO já foi imolado para nós, cabe aceitarmos a dimensão desta benção ou não.
Nele que nos ama incondicionalmente,
Ferdinando Cabral
16/11/08
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